Para a realização de internações e serviços auxiliares de diagnóstico e terapia eletivos, de beneficiários residentes em outras cidades, onde a operadora detentora do contrato não tenha recursos para atendimento, deverá ser feito contato administrativo e formalizado um acordo comercial, caso haja interesse da operadora na prestação desses serviços.

 

Em caso de negativa da operadora na continuidade do atendimento, esta deverá encaminhar o beneficiário para os locais de prestação de serviços próprios ou credenciados, da operadora detentora do contrato, munido de relatório para continuidade do tratamento, inclusive com os respectivos exames realizados. O prontuário do beneficiário ficará à disposição da operadora detentora do contrato, para auditoria no local do atendimento, não podendo ser retirado do arquivo médico, nem fornecido cópia, exceto em caso de solicitação judicial.